Formação autoral
Formação Design Arquetípico®
Aqui você aprende o que as grandes marcas sabem e nunca explicam. Você vai aprender a enxergar o que 99% não enxergam e se tornar alguém que as marcas não podem se dar ao luxo de ignorar.
O que você vai aprender
Da origem dos arquétipos à construção de marcas que carregam significado.
Uma coroa não faz um Governante. Um livro não faz um Sábio. Uma espada não faz um Herói.
Por trás de cada símbolo existem histórias, crenças, conflitos e experiências humanas que atravessam gerações.
A Formação em Design Arquetípico é uma jornada pelo conhecimento que sustenta a construção de identidades simbólicas.
Você vai estudar filosofia, psicologia analítica, mitologia, história da arte, semiótica, cultura visual e estratégia de marca.
Vai descobrir como grandes artistas tornaram visíveis conceitos abstratos como poder, amor, coragem, sabedoria e transformação. E aprender como esse conhecimento pode orientar decisões contemporâneas de identidade visual.
O objetivo não é ensinar você a decorar doze arquétipos.
É ensinar você a compreender os significados antes de dar forma a eles.
Conteúdo da formação
6 etapas · 35 materiaisAntes de reconhecer os arquétipos, é preciso compreender o que eles são.
Nossa jornada começa nas perguntas que deram origem ao estudo dos padrões humanos e das representações simbólicas.
Você aprenderá a distinguir aquilo que vemos daquilo que interpretamos, compreenderá como os símbolos adquirem significado e conhecerá as ideias filosóficas e psicológicas que fundamentam o estudo dos arquétipos.
Os materiais desta etapa:
01 — Introdução aos Arquétipos
O que é um arquétipo, como se manifesta e por que não deve ser confundido com uma imagem, um personagem ou um estereótipo.
02 — A Imagem Não É o Significado
Como observar, contextualizar e interpretar imagens. Uma investigação através das pinturas italianas e de seus significados históricos.
03 — O Que É um Símbolo?
Como objetos, formas, gestos e elementos da natureza passam a representar ideias, valores e experiências humanas.
04 — O Que É um Mito?
Como narrativas mitológicas organizam personagens, conflitos, símbolos e transformações, e por que continuam influenciando a cultura.
05 — A Origem dos Arquétipos
Uma viagem pela história das ideias, passando por Platão, Aristóteles e diferentes tradições filosóficas até a formulação psicológica de Carl Gustav Jung.
06 — O Inconsciente Coletivo
A investigação da teoria junguiana sobre as estruturas fundamentais da psique, sua relação com os sonhos, as imagens simbólicas e os debates sobre seus fundamentos.
Compreender as forças humanas por trás das representações.
Nesta etapa, você conhecerá os modelos arquetípicos e aprenderá a investigar desejos, medos, motivações, conflitos e contradições.
Também estudará como essas ideias aparecem na história da arte e como seus significados podem variar entre sociedades e períodos históricos.
Os materiais desta etapa:
07 — Os 12 Arquétipos
A origem e a organização do modelo de Carol S. Pearson, suas motivações fundamentais e sua relação com o universo das marcas.
08 — A Estrutura da Psique em Jung
Ego, Persona, Sombra, anima, animus, Self e individuação. Uma investigação sobre os conceitos centrais da psicologia analítica.
09 — Os Arquétipos na História da Arte Italiana
Um atlas visual que relaciona padrões arquetípicos a pinturas, esculturas e narrativas de grandes artistas italianos.
10 — A Luz e a Sombra dos Arquétipos
As potencialidades, os excessos e as contradições presentes nas diferentes manifestações arquetípicas.
11 — Arquétipos e Códigos Culturais
Como história, religião, tradições e cultura influenciam a interpretação de símbolos e arquétipos, com comparações entre Itália, Brasil e outras sociedades.
Como transformar ideias invisíveis em expressões reconhecíveis.
Aqui o conhecimento encontra o trabalho do designer e do estrategista.
Você descobrirá como intenções, valores e narrativas podem orientar escolhas de tipografia, composição, cores, proporções, símbolos e sistemas de identidade.
Também estudará como grandes marcas desenvolveram linguagens próprias e como suas histórias podem ser investigadas sem recorrer a classificações superficiais.
Os materiais desta etapa:
12 — Da Psicologia à Linguagem Visual
Como traduzir significados arquetípicos em formas, cores, tipografias, composições e sistemas visuais, compreendendo os limites e as possibilidades dessas associações.
13 — Arquétipos na Construção de Marcas
A aplicação do pensamento arquetípico ao posicionamento, à personalidade, à narrativa e à identidade das marcas, com referências como Olivetti, Ferrari, Campari, Barilla e Pirelli.
14 — Atlas de Análises Arquetípicas
Investigações de marcas reais, incluindo Maserati, Alfa Romeo, Eni, Bialetti, Vespa, Havaianas e Granado. Estudos de história, símbolos, decisões visuais e possíveis interpretações arquetípicas.
Doze investigações profundas sobre a experiência humana.
Cada arquétipo receberá um estudo próprio, relacionando suas motivações, virtudes, conflitos e manifestações a diferentes expressões da cultura.
A história da arte italiana será uma das principais fontes de investigação, junto à mitologia, à psicologia e à construção de marcas.
O Inocente
A busca pela segurança, pela simplicidade, pela confiança e por uma ideia de mundo em harmonia.
O Cara Comum
O desejo de pertencimento, igualdade, solidariedade e reconhecimento da dignidade da vida cotidiana.
O Herói
A coragem diante da adversidade, o esforço de superação, a disciplina e os conflitos relacionados à conquista.
O Cuidador
A proteção, a generosidade, a responsabilidade pelo outro e os desafios do sacrifício e do acolhimento.
O Explorador
A liberdade, a descoberta, a autonomia e a necessidade humana de atravessar fronteiras.
O Fora da Lei
A ruptura, a contestação, a resistência e o desejo de transformar aquilo que parece estabelecido.
O Amante
O desejo, a intimidade, a beleza, a sensibilidade e a busca por vínculos e experiências significativas.
O Criador
A imaginação, a invenção, a originalidade e o impulso de dar existência a algo que ainda não existe.
O Bobo da Corte
O humor, a irreverência, a espontaneidade e o poder da inversão das convenções.
O Sábio
A investigação, o conhecimento, o discernimento e a busca pela verdade.
O Mago
A transformação, a revelação, a percepção de possibilidades e a mudança de estados e significados.
O Governante
A ordem, a liderança, a estabilidade, a responsabilidade e as diferentes manifestações do poder.
Em cada estudo, a intenção será compreender o arquétipo para além de suas representações mais conhecidas.
Porque conhecer um arquétipo não é simplesmente identificar seus símbolos.
É compreender as experiências, os desejos e os conflitos que tornam esses símbolos significativos.
O que a arte, a arquitetura e a história podem ensinar sobre identidade.
Nesta coleção de aprofundamento, investigaremos como sociedades construíram linguagens visuais para representar poder, fé, conhecimento, pertencimento e continuidade.
O patrimônio artístico e cultural italiano terá especial destaque.
27 — A Iconografia do Poder
Como governantes, instituições e autoridades utilizaram imagens, arquitetura, cerimônias e símbolos para comunicar legitimidade e poder.
28 — Heráldica, Emblemas e Monogramas
A história dos brasões, escudos, selos, divisas e emblemas, suas funções originais e suas influências na identidade visual contemporânea.
29 — Rituais, Objetos e Pertencimento
Como cerimônias, vestimentas, espaços e objetos contribuem para construir reconhecimento e identidade coletiva.
30 — A Linguagem dos Gestos
Como grandes artistas representam coragem, sofrimento, amor, liderança e transformação por meio das posições corporais e expressões humanas.
31 — A Memória das Imagens
Uma investigação inspirada no Atlas Mnemosyne, de Aby Warburg, sobre a permanência e a transformação de motivos visuais através dos séculos.
32 — A Cidade como Sistema Simbólico
Florença, Veneza, Roma e Turim como exemplos de identidades culturais construídas por arquitetura, arte, símbolos e memória histórica.
Da investigação à defesa de uma identidade simbólica.
A etapa de aprofundamento profissional conecta todo o conhecimento adquirido ao processo de construção de marcas.
Você acompanhará como uma investigação pode partir da história de uma organização, identificar tensões e significados relevantes e transformar essas descobertas em decisões de identidade.
33 — Da Escuta à Hipótese Arquetípica
Como investigar a história, os valores, os conflitos e as aspirações de uma empresa para desenvolver uma hipótese arquetípica fundamentada.
34 — A Construção de um Universo Simbólico
Como organizar símbolos, narrativas, tipografia, cores, formas e experiências em um sistema visual coerente com a identidade da marca.
35 — A Defesa de uma Identidade Simbólica
Como construir argumentos para apresentar uma solução de marca, relacionando escolhas visuais à pesquisa, à estratégia e aos significados identificados.
A intenção é desenvolver não apenas a habilidade de criar identidades visualmente interessantes, mas também a capacidade de explicar por que cada escolha faz sentido.
Uma formação construída através da arte
A história da arte é uma das principais linguagens desta formação.
Em vez de utilizar pinturas e esculturas apenas para ilustrar conceitos, vamos investigá-las.
Você conhecerá obras de Leonardo da Vinci, Michelangelo, Rafael, Botticelli, Caravaggio, Bernini, Giotto, Artemisia Gentileschi e outros artistas.
Aprenderá a observar composições, gestos, símbolos, personagens e narrativas, compreendendo o contexto histórico de suas criações e as possibilidades de interpretação que oferecem.
Tudo isso através de uma experiência digital com apresentações visuais, imagens históricas, detalhes ampliados, diagramas, linhas do tempo e navegação interativa.
Não se trata apenas de estudar arte. Trata-se de aprender a enxergar como os significados ganham forma.
Para quem é esta formação?
Para designers que desejam criar identidades com maior profundidade conceitual.
Para estrategistas que querem investigar os significados humanos e culturais presentes nas marcas.
Para empresários que desejam compreender como identidade, simbolismo e percepção se relacionam.
E para pessoas interessadas em filosofia, psicologia, mitologia, arte e história cultural, que desejam desenvolver um olhar mais atento sobre o mundo visual.
O que muda depois dessa formação?
Você deixa de observar uma identidade visual apenas pela sua aparência.
Passa a investigar o que suas formas representam, de onde vêm seus símbolos, como suas narrativas foram construídas e por que determinadas escolhas podem produzir percepções específicas.
Aprende a reconhecer diferenças entre uma interpretação fundamentada e uma associação arbitrária.
Amplia seu repertório cultural e desenvolve argumentos mais consistentes para decisões de design e estratégia.
E compreende que a construção de uma marca não começa necessariamente com o desenho.
Começa com aquilo que precisamos compreender antes de desenhar.
A forma visível do invisível.
Grandes artistas passaram séculos procurando maneiras de representar coisas que não podiam ser tocadas: amor, poder, sabedoria, coragem, fé, liberdade e transformação.
A Formação em Design Arquetípico convida você a investigar esse conhecimento e compreender sua relação com a construção de marcas.
Não para copiar as formas do passado.
Mas para aprender a construir formas que tenham significado.
Conheça a Formação em Design Arquetípico da Sociedade das Marcas.
Conheça o professor

Designer de marcas há quase duas décadas, desenvolveu o Design Arquetípico através da combinação entre investigação simbólica e aplicação prática em projetos de branding. +500 marcas construídas.
Perguntas frequentes
Design Arquetípico é um estilo visual?
Não. O arquétipo não determina uma aparência. Ele determina a lógica que existe por trás dela.
Preciso abandonar o que já sei?
Não. O Design Arquetípico acrescenta uma nova camada ao seu repertório.
É sobre decorar os 12 arquétipos?
Não. O objetivo não é decorar arquétipos. É aprender a pensar através deles.
Os 12 Arquétipos
Símbolos
Do Mito à Marca